João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

João Pedro Vale (Lisboa, 1976) licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e estudou na Escola Maumaus. Tem realizado, desde 1999, diversas exposições individuais e colectivas tanto em Portugal como no estrangeiro. Das suas exposições individuais destacam-se: Galeria Leme, São Paulo (Brasil); NurtureArt, Nova Iorque (EUA); Fundação PLMJ, Lisboa; Museu do Chiado, Lisboa; Wuestenhagen Contemporary, Viena (Áustria); Museo Union Fenosa, Corunha (Espanha). Das suas exposições colectivas destacam-se: Fundação EDP; Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura; Museu do Chiado; Museu de Serralves; Museu Berardo; Elipse Foundation; CAM – Gulbenkian; Museo Patio Herreriano de Valladolid (Espanha); Centre PasquArt (Suiça); Estação Pinacoteca e Centro Helio Oiticica (Brasil); Gasworks, Londres (R.U.); Smithsonian Museum, Washington (EUA). As suas obras fazem parte de colecções particulares e públicas, entre as quais, Tate (Londres), Fundação de Serralves, Museu do Chiado e Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2002 foi nomeado para o Prémio União Latina e em 2004 ganhou o prémio City Desk de Escultura. Tem desenvolvido o seu trabalho em meios que vão desde a escultura à fotografia, performances e filmes.

Nuno Alexandre Ferreira (Torres Vedras, 1973) estudou Sociologia na Universidade Nova de Lisboa. Desde 2004 que colabora com João Pedro Vale em projetos onde proliferam meios que vão desde a escultura à fotografia, passando pela produção de exposições, performances e filmes. Em 2009 apresentaram “Hero, Captain and Stranger” (Cine Paraíso, Museu Coleção Berardo e SVA Theater em Nova Iorque). Em 2010, “English As She Is Spoke” (Cine Clube de Ponta Delgada, Cinema Nimas/Festival Temps d’Image e Fundação PLMJ), em 2012 “O Rei dos Gnomos” (Paço dos Duques/Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, Galeria Leme – Brasil – e Teatro do Bairro/QueerLisboa) e em 2013 “Werther Effect” (Lisbon and Estoril Film Festival, Carpe Diem).
Em 2014 criam o projecto BREGAS com sede no seu atelier em Xabregas (Lisboa) onde promovem atividades que não se circunscrevem à sua prática individual enquanto artistas. Assinaram os cenários e figurinos do bailado “Quebra Nozes Quebra Nozes” (2014) para a Companhia Nacional de Bailado (Teatro Camões) e assinaram os figurinos de “Teorema” de John Romão (Rivoli, São Luiz Teatro Municipal, CCVF). Para o Teatro Maria Matos, criaram o telão “Trouble in Paradise” para o ciclo Gender Trouble (2015).
Em 2016 criaram a cenografia para o espectáculo “ZULULUZU” do Teatro Praga (Ístanbul Tiyatro Festivali, Istambul, Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas, de Santos, Brasil, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa, Rivoli, Porto).
Em 2017 apresentaram “Palhaço Rico Fode Palhaço Pobre”, onde pela primeira vez assinam a criação, encenação e concepção plástica de um espectáculo, uma co-produção da BoCA (Biennial of Contemporary Arts), Teatro Municipal do Porto – Rivoli. Campo Alegre e São Luiz Teatro Municipal.
Em 2018 realizaram as exposições “Double Trouble” na Galeria Presença, Porto, e “A Mão na Coisa, A Coisa na Boca, A Boca na Coisa, A Coisa na Mão” na Galeria Cristina Guerra em Lisboa.

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