Paulo Brighenti

PAULO BRIGHENTI (Lisboa, 1969) vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho de pintura e desenho combina a diluição de motivos reconhecíveis e outros de sugestão abstracta. A interdependência de movimentos antagónicos é manifestada no trabalho de Paulo Brighenti através da permuta de valores positivos e negativos, zonas de luz e penumbra, e a alternância entre pequena e grande escala.
Em 2002 ganhou o Prémio Revelação Fundação Arpad Sczenes – Vieira da Silva, Lisboa. Expõe desde a década de 1990. Entre as exposições individuais destacam-se:Família, Galeria Baginski, Lisboa; Skiin, Nässjö Konstall, Nässjö, Suécia (2015); Pó, Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Pó, Rooster Gallery, Nova Iorque, EUA (2014); A Grande Fogueira, Appleton Square, Lisboa; Gelo, TMG, Guarda, e Chama Dupla, Galeria Baginski (2013); Negativland, Galeria Baginski (2010); No Means No, CAV- Centro Artes Visuais de Coimbra, Coimbra; Corpo Negro, Sala do Veado, MHN, Lisboa (2011); The Radiohead Series Galeria Baginski (2006). Das exposições colectivas destacam-se Animalia e Natureza na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna – FCG, curadoria de Isabel Carlos e Patrícia Rosas (2015); Sincronias: Artistas Portugueses na Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz (2013); A culpa não é minha: Obras da Colecção António Cachola, Museu Colecção Berardo, Lisboa, curadoria de Eric Corne;Personal Freedom – Bienal Portugal Arte’10comissariado por Johannes Van der Beek, Lisboa (2010); participação no Art Algarve com dois murais site-specific, Centro Cultural de Lagos, curadoria de Miguel Amado (2009); mural site-specific, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2008); Últimos Dias e Sete Artistas ao Décimo Mês, Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1996); Guardi, Centro Cultural de Belém, Lisboa (2003). O seu trabalho está representado em diversas colecções institucionais, nacionais e internacionais, das quais se destacam o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Banco de España, Madrid, ES; CGAC – Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela, ES; Colecção António Cachola,
Fundação Carmona e Costa; Colecção PLMJ; Fundação Ilídio Pinho, Porto, Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, Lisboa.

Óleo sobre tela,
160 x140 cm
Óleo sobre tela
160 x140 cm